quinta-feira, março 13, 2008
quarta-feira, março 12, 2008
terça-feira, março 11, 2008
Por estes dias
Sofro de inquietude. Não da má, ansiedade com o futuro próximo ou por causa de demasiada quietude. Aí sei o que fazer, sair, ver pessoas, conviver devolve-me o equilíbrio. A minha inquietude de hoje tem a ver com um parto que se aproxima. Um bebé especial, nascido da barriga da amiga mais antiga. Temos partilhado mais tempo do que o costume estes últimos dias de preparativos e, apesar de já não termos 15 anos e termos vidas a sério, é poderoso o sentimento que nos une a alguém como se fossemos irmãs. Foi uma amizade improvável, se calhar. Não fosse o Ginásio Clube Português, perto da minha casa, nunca teríamos passado tardes a conversar em cima da cama, discordando em tanta coisa, mas empatizando na atitude, na lealdade, no fundamental. Manteve-se assim ao longo de anos de conversas intermináveis às quais nunca falta assunto, do banal ao essencial. E por maior que fosse a distância conjuntural (fases da vida e algumas chatices também, por causas tão importantes como a roupa, por exemplo) sempre a quis perto nos momentos importantes. Se havia alguém que fazia sentido estar perto era ela. E esteve sempre, assim como eu sempre estive lá, nos bons e maus momentos (saindo a correr para estar perto, mesmo que as palavras faltassem). Não é, por isso, nada estranho que ela tenha sido a primeira pessoa, para além do pai e da avó, a conhecer o Lourenço.
É com uma emoção indescritível (inquietude, lá está) que acompanho as últimas horas (e as novidades e os preparativos) antes da chegada do Manuel, que nascerá amanhã sem falta. O meu novo «sobrinho» não podia ter melhor mãe.
Adenda: já não há certezas que nasça amanhã, virá quando tiver de ser...
É com uma emoção indescritível (inquietude, lá está) que acompanho as últimas horas (e as novidades e os preparativos) antes da chegada do Manuel, que nascerá amanhã sem falta. O meu novo «sobrinho» não podia ter melhor mãe.
Adenda: já não há certezas que nasça amanhã, virá quando tiver de ser...
segunda-feira, março 10, 2008
Falta só um mês
Para completar 2 anos de vida. Tantos, tantos de mimos e coisas boas.
Sempre foi querido, mas isto de falar tem mesmo muita graça. Só este fim de semana:
Consegui que eliminasse a horrenda «caca» do vocabulário e a substituísse pela, muito mais silábica, «pucaíiiia».
Surpreendeu-me falando nos botões enquanto lhe desapertava o casaco, por exemplo.
Já não diz «baxi» mas «ba-ou-a» que é vassoura para quem ainda não diz bem os ésses e os érres.
Veio para casa a falar na «íiice» (sábado) e ontem no «páuo» e na «ana» (fomo-nos despedir duma barriga muito muito amiga).
Sempre foi querido, mas isto de falar tem mesmo muita graça. Só este fim de semana:
Consegui que eliminasse a horrenda «caca» do vocabulário e a substituísse pela, muito mais silábica, «pucaíiiia».
Surpreendeu-me falando nos botões enquanto lhe desapertava o casaco, por exemplo.
Já não diz «baxi» mas «ba-ou-a» que é vassoura para quem ainda não diz bem os ésses e os érres.
Veio para casa a falar na «íiice» (sábado) e ontem no «páuo» e na «ana» (fomo-nos despedir duma barriga muito muito amiga).
sexta-feira, março 07, 2008
Dos filhos e dos planos
Ontem combinámos que acordaríamos mais cedo para trabalhar muito, precisamos desesperadamente de avançar nos respectivos trabalhos. Hoje tudo a postos e filho na rua a caminho da creche. Depois, um curto circuito na creche trá-lo de volta. Apetecia-me tanto gozar este tempo só com ele, ainda por cima tão bem disposto. Não dá, resigno-me e empandeiro-o para a avó onde, espero eu, tudo vá correr bem.
quinta-feira, março 06, 2008
93
É a quantidade imensa de anos de vida que a bivó Zé completa hoje. Por não haver palavras para dar conta de tamanha benção fico-me por um singelo: Parabéns Avó (mãe de uma, avó de seis, bisavó de sete por enquanto)!
quarta-feira, março 05, 2008
Ainda sobre
O trabalho da Fotossintese. Por razões de força maior (a hora tardia neste caso) a conclusão foi, digamos, escrita por mim. Dizia ela: «como é que consegues fazer tão rápido?», «muitos anos disto» respondi enquanto pensava nos parágrafos arrancados a ferros no suceder de dias que parecem não ter fim à vista.
terça-feira, março 04, 2008
A minha sobrinha
Merece um louvor: teve Bom (alto) a matemática. Para quem se iniciou nestas lides com um rotundo dois no 1º período não é mesmo nada mau. Por causa dela, hoje passei a tarde a aprender o que é a fotossíntese, para um trabalho de grupo cuja primeira versão mereceu nada mais que um esgar de nojo da professora. Tive(mos) de intervir, eu ajudei nas frases completas, pontos finais e paráfrases, ela ensinou-me funcionalidades fantásticas do Word 2007. Um verdadeiro trabalho de equipa.
No entretanto o priminho pequeno matou as saudades da Inêsss, que às vezes ainda é «pa», e pode reeditar os banhos a dois. O primo médio, também presente, teve oportunidade de contar que não era uma coisa e tinha outra: não era alérgico a nada (fabuloso) e tinha um chapéu novo do sporting.
No entretanto o priminho pequeno matou as saudades da Inêsss, que às vezes ainda é «pa», e pode reeditar os banhos a dois. O primo médio, também presente, teve oportunidade de contar que não era uma coisa e tinha outra: não era alérgico a nada (fabuloso) e tinha um chapéu novo do sporting.
O meu filho
Também já sabe o meu nome: «iiiia». Já o pai é o «tonto». Compreende-se. O nome dele é bem mais difícil que o meu.
O meu filho
Já sabe contar até três (embora omita o dois, pormenor de somenos importância) e entrou no fascinante mundo dos plurais. Para reforçar a aprendizagen carrega nos ésses finais: «tálçassssssss» (calças); «botasssssss»; «patasssss» (plantas).
segunda-feira, março 03, 2008
Esteve
No parque e na praia. Molhou os pés, mas prefere a água da piscina, tão quentinha, onde já dá mergulhos que nem gente grande.
O meu filho
É muito meiguinho. Este fim de semana partilhou mimos com os amigos (até já nomeia alguns) e os filhos destes a rodos. Abraçaram-se e beijaram-se profusamente. Gosto muito de os ver assim, (tão) crescidos e amigos.
Já sabe
Cantar os dois primeiros versos dos parabéns (o restante inventa), principalmente aquela parte do «blablabla, nesta data queiiiida». Depois ri-se envergonhado.
Vomitou de novo
De domingo para segunda. Não muito, mas ainda assim vomitou e deixou-nos acordados das três e tal até para lá das cinco. Ficou em casa por precaução e dormiu uma sesta de quatro horas inteirinhas interrompidas por uma campainha. Bolas*, quatro horas é uma grande sesta.
*Não sei como (mas sei) aprendeu demasiado bem a dizer bolas e pôça quando alguma coisa cai ou lhe corre mal. Shame on us. Devia ter lido com mais atenção aquela newsleter do babycenter.com onde alertavam para termos tento na língua.
*Não sei como (mas sei) aprendeu demasiado bem a dizer bolas e pôça quando alguma coisa cai ou lhe corre mal. Shame on us. Devia ter lido com mais atenção aquela newsleter do babycenter.com onde alertavam para termos tento na língua.
Para o Lou
A palavra «TU» quer dizer fazer sozinho. Talvez por lhe dizermos «faz tu, faz tu». Não sei. Mas tem graça quando agarra a escova de dentes e diz com ar assertivo «Tu!» e a enfia na boca chupando a pasta com sabor a pastilha elástica.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Antes de ontem
Lá nasceu a Rita, Rosita na vontade do mano mais velho. Esteve duas semanas no vai não vai e no fim teve de ser induzido. Fui lá vê-la e comovi-me uma vez mais.
O irmão disse-me que ela era gira e um bocadinho estúpida enquanto andava frenético por cima da cama, do sofá e dos móveis.
Estavam todos muito felizes, e eu também.
O irmão disse-me que ela era gira e um bocadinho estúpida enquanto andava frenético por cima da cama, do sofá e dos móveis.
Estavam todos muito felizes, e eu também.
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Os rituais
São para serem cumpridos. Cá em casa tem vários:
- Regar as plantas (inclui: buscar o regador, encher de água ao cólo; percorrer as plantas segurando o dito ao mesmo tempo que o pai).
- Fazer o café (inclui: ficar histérico e impaciente, ir buscar a cápsula depois de o pai abrir a caixa, ligar a máquina e esperar, pôr a dita em várias tentativas e conseguir, carregar no botão e desligar).
Há mais, depois acrescento.
- Regar as plantas (inclui: buscar o regador, encher de água ao cólo; percorrer as plantas segurando o dito ao mesmo tempo que o pai).
- Fazer o café (inclui: ficar histérico e impaciente, ir buscar a cápsula depois de o pai abrir a caixa, ligar a máquina e esperar, pôr a dita em várias tentativas e conseguir, carregar no botão e desligar).
Há mais, depois acrescento.
Já não diz
«papa» mas «pata» (para planta); «baba» é apenas o petit non da «uxa»; «mô» é «môxe» (sumo ao contrário); «aba» desmultiplicou-se nos seus três significados «abião», «ua», «papôxe» (avião, lua e pássaro respectivamente).
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Fora isso
Esteve com «o» cão. O tipinho delira com bichos. Como este pode abraçar, puxar, perseguir, etc, a felicidade é total.
Por enquanto
Ainda somos nós que (podemos e temos de) decidir o que ele come. Nada de ceder a pressões que começam invariavelmente por «coitadinho do menino, dá-lhe lá». Não, não e não.
Não sou radical (nisso do não prova um doce até aos 10 anos), mas ontem excedemo-nos sem dar por isso. Resultado, vomitou.
Mais do que um direito é um dever (a ser exercido sempre).
Lesson learned.
Não sou radical (nisso do não prova um doce até aos 10 anos), mas ontem excedemo-nos sem dar por isso. Resultado, vomitou.
Mais do que um direito é um dever (a ser exercido sempre).
Lesson learned.
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Ontem
Fez anos a avó. Não cantou os parabéns (porque haveria? não havia velas nem bolo, ora essa). Mas jantou fora e portou-se tão bem.
O Lourenço tem poesia no olhar
No símbolo do benfica vê um ananás. No símbolo da Nike dos meus ténis a lua*.
*ontem conseguiu finalmente dizer bem a palavra lua, vai daí repetiu, repetiu, repetiu a seguinte sequência: «A lua? (está) no xéuu».
*ontem conseguiu finalmente dizer bem a palavra lua, vai daí repetiu, repetiu, repetiu a seguinte sequência: «A lua? (está) no xéuu».
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Vê pouca televisão*
Mas hoje enquanto partia a fruta dava uma notícia sobre o benfica. O locutor falava e no ecrã atrás de si o símbolo do benfica girava.** Para ele aquilo é um ananás. E não lhe digam o contrário.
*Ele é mais computador
** Até punha aqui uma imagem para se perceber a analogia esperta do rapaz, mas se ponho aqui um símbolo do benfica antes de pôr um grande leão para mostrar em que lado se situam os amantes de futebol desta casa, era capaz de haver zanga. Coisas de (alguns) rapazes, enfim.
*Ele é mais computador
** Até punha aqui uma imagem para se perceber a analogia esperta do rapaz, mas se ponho aqui um símbolo do benfica antes de pôr um grande leão para mostrar em que lado se situam os amantes de futebol desta casa, era capaz de haver zanga. Coisas de (alguns) rapazes, enfim.
Assim de repente
Já não consigo assentar todas as suas palavras numa lista. São demasiadas. Mais ainda as que não aprende por minha insistência ou na nossa presença. Hoje apontou para a sua mala da escola (a da miffy está no estaleiro) e disse «baleia» apontando para o desenho da dita. Surpreendeu-me. Há muito mais vida para além daquela que ele, tão pequeno ainda, partilha comigo. Possessiva como sou, deixa-me num misto de alegria e amargura. E faz-me sentir culpada por não o ir buscar mais cedo.
Confuso?
Confuso?
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Para além
De querer ver o delicioso Pocoyo* no computador, agora exige ver praias. Uns clips muito foleiros com imagens de praias. Mal posso esperar para que chegue o verão. (E daí até posso e até me convém que demore a chegar, mas isso são outros assuntos)
*É mesmo delicioso.
*É mesmo delicioso.
Já percebeu
O que são os abraços de grupo. Costumamos dar abraços desses, os três, antes de dormir. Agora já lança um braço por cima de cada um e não dispensa nenhum de nós no ritual. Sabem tão bem os abraços dele.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Quando lhe perguntamos pelo pai
Diz que está a trabalhar (à maneira dele, mas percebe-se). Quando lhe perguntamos pelo pé escondido na toalha enrolada responde do mesmo modo.
Na sua cabeça quem se esconde é por que trabalha? Ou esconde-se para trabalhar?
Na sua cabeça quem se esconde é por que trabalha? Ou esconde-se para trabalhar?
terça-feira, fevereiro 12, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Enquanto me falta a coragem
Para me lançar ao trabalho, uma nota sobre os saldos. Não lhes resisto quando me acenam com descontos acima dos 50%. Para o Lourenço já cá cantam: 3 pares de calças de ganga, 2 camisolas e 2 sweat shirts com 70% de desconto. (Quase) tudo para o ano que vem.
Vamos à caça do urso
O livro de que já falei é tão bom que não só mantém o filho quieto durante a leitura (no chão, tem de ser no chão) como faz com que peça para repetir (ad nauseum, as crianças são um bocado repetitivas).
Resultado: já sei quase o livro todo de cor.
Resultado: já sei quase o livro todo de cor.
Hoje
É um dia importante. Fazem anos dois meninos de quem gosto muito. A um entreguei ontem um livro recomendado pela mãe da menina a quem estou em pulgas para entregar mais logo uma toilette em tons de laranja e amarelo. A mesma mãe que, por sua vez, enfrenta esta semana um novo desafio que lhe roubará tempo para as conversas virtuais depois do almoço, mas que será, seguramente, muito feliz.
Parabéns!
Parabéns!
Ontem
Fez 22 meses e cada vez mais a contagem mensal se torna difícil. Tenho de pensar e fazer contas. Parecem muitos e poucos meses com ele. Sem dúvida meses bons (apesar do cansaço, da velocidade do quotidiano, das dificuldades e algumas preocupações). Como todos os filhos de todas as mães, enche-me as medidas de giro e querido que é. Faz muitas coisas e ainda não faz outras (como saltar a pé juntos, por exemplo). Não faz mal. Terá tempo. Os dois anos de vida aproximam-se a passos largos.
domingo, fevereiro 10, 2008
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Ele come bem de tudo um pouco
A menos que esteja doente. Ultimamente, no entanto, prefere a sopa sem ser passada (adora procurar os feijões e comê-los, por exemplo) e revelou-se um devorador de fruta. «Maice, Maice!», exclama vigorosamente e lá temos de ir buscar mais uma peçita de fruta, um pote ou dar-lhe da nossa. No outro dia tive de lhe dizer basta ao ananás (desconfio que se deixasse o comia inteiro), ontem comeu uma banana, um pote e um kiwi e ainda pediu mais.
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Hoje
E todos os dias ultimamente, só me ocorre dizer: está tão querido o meu bebé. É das palavras e (muito) pequenas frases que diz e dos mimos que dá e do que gosta de nós e de como é feliz.
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Do Carnaval
Gostámos da Byblos e do seu espaço infantil. Trouxemos de lá um livro igual ao que foi desviado na viagem entre uma livraria e a nossa casa. Ficou na posse de dois irmãos que, gostando tanto dele, não o quiseram dar ao Lourenço pelo Natal. Ontem, depois de o lermos no chão da sala (não pode ser no sofá, tem de ser no chão), percebemos facilmente porquê.
Pega-me na mão
E encaminha-a para a cabeça (quando está deitado na cama dele ou na nossa). Gosta de festinhas no cabelo para adormecer.
domingo, fevereiro 03, 2008
Por maior que seja
O frenesim de bebés, toddlers e afins, a Inês de dez anos é sempre, mas sempre, a primeira a adormecer (na cama, no sofá, onde for).
Junto da pequena bebé
Deu-lhe festas (em vez dos abraços para que se preparava), quis pegar-lhe ao colo e ainda quis emprestar-lhe a (preciosa) chucha. Pareceu-me generoso da parte dele. Assim continue.
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Problemas de identidade



Por mais que lhe dissessemos que ia (obviamente) mascarado de árvore, respondia invariavelmente à pergunta «estás vestido de quê?»: «páia!».
* Materiais: os disponíveis no aki e no office center na antevéspera da confecção. Execução: pai e mãe (esta última dorida nas mãos porque não tem uma tesoura para canhotos). Modelo: muito desconfiado no início, ainda arrancou uma ou duas folhas que tão afanosamente estiveram os pais a coser até tarde na noite.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Se eu não gosto muito do natal
Detesto ainda mais o Carnaval (de fatos da loja dos chineses e desfiles pindéricos). Não tendo eu própria um baú de coisas velhas e misteriosas para inventar máscaras de dama antiga ou do que fosse (eram assim os meus carnavais), lá fui comprar uns materiais para inventar uma máscara que fosse o meu filho e confortável ao mesmo tempo. Vai ser o meu serão de hoje. O tema, disseram-nos na escola, são as emoções.
Agora que o computador
Tem estado no emprego, lá o consigo distrair com outras coisas. Não é difícil. Adora desenhos. Puxa-nos pela mão, pede-nos que nos sentemos na cadeira pequenina e enquanto faz riscos e círculos mais ou menos pequenos, gosta que lhe façamos desenhos de coisas que conhece: ananás, gatos, vassoura, cacá, praia, lua, carros, casa, árvores, etc. Gastamos que tempos nisto.
Lá descobrimos uma maneira
De o Lou estar connosco à mesa em segurança na sua própria cadeira (que é transformável). É uma alegria e faz com que, às vezes, queira jantar outra vez.
Ter a Inês comigo
Significa que, para além de me levantar às sete e meia da manhã, tenho de reaprender a matemática sem distrações, ordenar-lhe concentração, condenar-lhe a preguiça e a desarrumação. Custa-me exigir-lhe o que nunca fui.
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Apesar de andar com muitas inquietações
Há uma inquietação em particular que me persegue. Não tem nada a ver com o Lou, ando muito apaixonada por ele (tão querido). Estar muitos dias sem ver os amigos dá-me inquietude. Pior, como já alguém disse, às vezes deixar passar o tempo porque acho insconscientemente que vê-los online ou ler-lhes o blogue, pode ser o mesmo que vê-los, tocar-lhes, senti-los. Sou uma pessoa dependente dos outros, gosto de grandes círculos, muitos encontros e passeios. Achei que crescendo talvez me passasse. Começasse a apreciar programas caseiros e calmaria. Mas não, fiquei pior.
Se este fim de semana matei muitas saudades de uma amiga do coração (que traz mais um sobrinho na barriga), aumentaram as saudades dos outros, doentes ou ocupados nas suas vidas.
E o tempo que não sobra, ó vidinha...
Se este fim de semana matei muitas saudades de uma amiga do coração (que traz mais um sobrinho na barriga), aumentaram as saudades dos outros, doentes ou ocupados nas suas vidas.
E o tempo que não sobra, ó vidinha...
Gosta de uma palavra em particular
Ontem, apesar de um programa que incluiu teatro (portou-se muito bem), serra, árvores e montanha, só falava no que lhe prometemos a seguir. Hoje, as sete e vinte da manhã, depois de acordar assustado, a primeira coisa que disse foi:
«Papá, papá, páia?»
Temos surfista ;).
«Papá, papá, páia?»
Temos surfista ;).
O meu filho
Andou a guardar todas as palavrinhas que sabia só para ele, para poder, em meia dúzia de dias, dizê-las todas.
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Não quer porque não quer
Comer na sua cadeira sabendo que vai haver refeição conjunta. O seu lugar é ao nosso lado mesmo que, sentado na cadeira desproporcionadamente grande, apenas se veja a cabeça acima da mesa e lhe sobre pouca margem de manobra para comer. Uma outra razão pode ser a melhor perspectiva que assim ganha da lua, sua grande amiga e por estes dias grande no horizonte. Só sei que resulta.
Hoje pediu mais e acabou repetindo o risotto duas vezes.
Hoje pediu mais e acabou repetindo o risotto duas vezes.
Ficou fascinado com a praia
Pede-me para a desenhar, redescobre-a nos cenários de algumas fotos e ontem relembrei-lhe as férias e os banhos de mar através das fotos e dos vídeos. Pediu «maice» quando lhe mostrei um vídeo dele a tomar banho ao colo do pai.
Ainda falta tanto para o verão!
Ainda falta tanto para o verão!
Sou uma mãe sem piedade
Não me comovo com lágrimas, nem gritos, nem pontapés. Depois que aprendi a técnica raramente falho, mesmo sabendo que é uma crueldade para ele. Quando é hora de limpar o nariz pego no soro e na seringa e aqui vai disto. Acredito que este hábito lhe vale menos dias doente e isso é uma motivação maior.
domingo, janeiro 20, 2008
Também aprendi
Que há meninos da idade dele exactamente que falam muito mais que ele e outros que não falam nada. Que há pais que não se ralam com a sopa, para comprarem sossego. Que saltam sestas com alguma frequência. Que há meninos que já calçam sapatos sozinhos e desapertam botões. Que o Lourenço não gosta de batatas mas que é um dos dois que come com a mesma satisfação desde a primeira à ultima colher.
Na reunião de pais
Contam-se episódios do dia a dia escolar. Ouvi mais do falei, o que é raro. Mas soube, através das duas páginas de apreciações superficiais e dos comentários da educadora, que o Lourenço é dos mais tímidos da sala. Não gosta de situaçõe novas nem de quem não conhece. Reivindica muitos mimos e distribui-os com muita facilidade também. Gosta de cantar e mimar as canções, mas isto eu já sabia. Evoluiu na linguagem, embora a timidez não ajude na comunicação. Não é agressivo nem violento com os colegas. Pega lindamente nos lápis e, pasme-se, é mesmo canhoto.
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Do que ele gosta mesmo
É do Youtube. Qual DVD do Noddy na televisão grande. Quer é sentar-se ao nosso colo, ou ao nosso lado, e percorrer os favoritos que incluem os genéricos dos desenhos animados e um ou outro clip da RTP. Vá lá entendê-lo.
E pelo e-card que recebemos do amigo Pedro, antevejo um interesse comum.
E pelo e-card que recebemos do amigo Pedro, antevejo um interesse comum.
Nasceu
Uma homónima minha lá para os lados de Coimbra. Não conheço bem a mãe, mas conheço a prima, e através dela acompanhei a gravidez. Feliz por, apesar de todos os riscos, ter corrido tudo bem, congratulo-me especialmente com a escolha do nome. I wonder why...
Apaixona-se
Constantemente pelos bonecos fofos, grandes e pequenos. É o cácá, o elmer, um cavalo e um cão. Quer leva-los para a escola, mesmo se são quase maiores que ele. Negoceio com o pequeno cão e ele lá acede a deixar o cavalo em casa. Ontem, durante a visita à bebé Camila apaixonou-se por um super urso que ela tem. Arrastou-o por todas as divisões, abraçou-o, beijou-o. Não o largou. À saida esperava um drama. Não me enganei demasiado. Vestiu o casaco, andou por ali, e logo demos com ele a ir buscar o urso e encostar-se à porta, a ver se passava despercebido. Disse muitas vezes que não, pôs as mãos na cara para fingir que não estava a ouvir e passado um pouco lá se convenceu que o urso ficava lá para ter com que brincar em visitas futuras.
terça-feira, janeiro 15, 2008
Também
Tem desenvolvido as competências na área da teimosia. É vê-lo parado, indiferente ao chamamento, com as mãos sobre os olhos como quem diz «não estou cá, não estou a ouvir». Usa exactamente a mesma técnica quando se ralha com ele ou quando sabe perfeitamente que estava a fazer asneira.
Na escola
Confirmam. O Lourenço não faz mais nada senão trepar, subir para cadeiras e mesas para poder mexer nas coisas dos adultos. De preferência as que tenham botões. Se for à hora de fazer o jantar quer mexer nas comidas. Ver com atenção tudo o que estou a fazer para poder imitar à maneira dele.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
O menino
Que quase diariamente pedia colo a caminho e no regresso da escola, insistiu hoje em percorrer a pé toda a distância, transportando a sua malinha. No regresso repetiu a proeza com entusiasmo e, pasme-se, recusou-se a entrar em casa, seguindo caminho rua acima, limpando as paredes com a mão e subindo todos os degraus disponiveis.
quinta-feira, janeiro 10, 2008
O Lourenço
Não se conforma com o desaparecer das árvores de Natal. Mal ele sabe que a nossa, ainda montada por falta de tempo para a guardar, vai desaparecer em breve.
Finalmente
Dispõe-se a aprender palavras, mas só e apenas quando lhe apetece. Muito trapalhão, o meu rapaz. Para dizer piu-piu, sai-lhe antes o pui-pui, por exemplo. Mas essas ele diz umas vezes e depois não repete. Como caum (cão), passou um dia nisto, mas ontem por mais que insistisse não dizia. Assiná-la com vigor se comemos tudo (mamã, papou!!!) e deixou de dizer picapa para dizer picapu (catrapum), bem mais perto do som correcto. Ontem, também, disse cócoixi que quer dizer cócegas. Muitas. Ali no limiar das costelas (só eu sei o lugar exacto do botão das gargalhadas).
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Entre
As brincadeiras favoritas do momento estão o «vou-me ali esconder para me encontrares e depois fugir a correr» e o «catrapum» que significa «vamos todos fingir que caimos para o chão (mas sem doer) e rimo-nos todos muito a seguir».
Apesar
De quando me vejo ao espelho e em fotografias com as unhas pintadas de encarnado não parecerem minhas, as mãos, um dia destes uma amiga pediu-me que o fizesse mais vezes porque me ficava bem. Pareço uma senhora, mãe de filhos. E é o que o sou de facto, embora a estranheza causada peça imagem no espelho não revele mais do que alguma dificuldade em lidar com o passar do tempo. Já o disse a propósito dos trinta, mas repito. Há uma parte de mim que não saiu do liceu.
terça-feira, janeiro 01, 2008
A passagem de ano
De pais, mas sem os filhos, saldou-se numa retirada estratégica de uns para ir acudir uma avó em stress com um nariz entupido e, passada uma hora, na retirada dos outros dois (nós) vencidos pelo cansaço (de uma muuuuuito má noite na véspera). Ainda assim quase três da manhã não é muito mau, pois não? A noite de todas as potenciais loucuras revelou que temos dificuldade em evitar o assunto fraldas e que o défice de sono afecta qualquer um e a maior das vontades em aproveitar a folga.
O milho para as pipocas que íamos comer de madrugada, depois dos filmes que não vimos e dos jogos que não jogámos, ficará, pois, para outra ocasião.
Ainda que pudesse ter durado mais a festa, foi memorável.
Feliz 2008.
O milho para as pipocas que íamos comer de madrugada, depois dos filmes que não vimos e dos jogos que não jogámos, ficará, pois, para outra ocasião.
Ainda que pudesse ter durado mais a festa, foi memorável.
Feliz 2008.
Coisas menos boas
A assinalar, mas também coisas boas. As últimas duas semanas viram crescer um Lourenço palrador como nunca, usando cada vez mais linguagem mista (ensaios de palavras e gestos). Adorou o Natal e os presentes que lhe calharam em sorte. Brinca com todos, em especial com o aspirador (com pilhas e um barulho enervante). Este bebé afinal sempre recebeu um carrinho de limpeza completo, após muita busca. E agora há pouco desprezou o cacá para adormecer com o Elmer («Émé») de peluche e rodas de madeira que a bisavó lhe ofereceu. Adorou a visita do cão da tia Susana (desconfio que foi o delírio da consoada) e não só não teve medo como não poupou carinhos, abraços e puxadelas de rabo.
Aprendeu a apreciar o genérico do Noddy (Nhá) na televisão grande embora peça também para lhe pôr o Ruca (qualquer coisa como peeeca) no Youtube. Descobriu o carro encarnado que era do pai e passeia-se nele e faz manobras, e não se cansa de entrar e sair só para ver as luzes que acende e depois apaga, dizendo «Ohhhhh!».

Passou a imitar-nos a fazer de tudo (e não só a varrer que já não é «baxi» mas «barri»): escrever no computador, mexer no rato do mesmo, ler (pega em livros e inventa), sei lá... nem parece o mesmo bebé. Achou que as palmeiras do jardim da Estefânia eram ananáses e eu senti que isso era uma manifestação de inteligência e sensibilidade.
Desenvolveu com igual intensidade a meiguice e os ginetes, o que significa que distribui tanto beliscões e palmadas de raiva como abraços e carinhos muito sentidos. Apaixonou-se (ainda mais) pela sua avó (abóooo). Pergunta por ela pela manhã, dá-lhe abracinhos imaginários quando lhe perguntamos onde está e em presença não poupa carinhos que elevam ao expoente máximo a já muito elevada autoestima da avó. É certo que ela também não se coibe nos elogios ao neto: «Já canta os versos dos parabéns muito bem...» (?????); «Já identifica os números na colcha da Inês...» (????????). Enfim, não consegue evitar.
Isto para dizer que apesar de doentito, tem estado sempre muito bem disposto.
Aprendeu a apreciar o genérico do Noddy (Nhá) na televisão grande embora peça também para lhe pôr o Ruca (qualquer coisa como peeeca) no Youtube. Descobriu o carro encarnado que era do pai e passeia-se nele e faz manobras, e não se cansa de entrar e sair só para ver as luzes que acende e depois apaga, dizendo «Ohhhhh!».

Passou a imitar-nos a fazer de tudo (e não só a varrer que já não é «baxi» mas «barri»): escrever no computador, mexer no rato do mesmo, ler (pega em livros e inventa), sei lá... nem parece o mesmo bebé. Achou que as palmeiras do jardim da Estefânia eram ananáses e eu senti que isso era uma manifestação de inteligência e sensibilidade.
Desenvolveu com igual intensidade a meiguice e os ginetes, o que significa que distribui tanto beliscões e palmadas de raiva como abraços e carinhos muito sentidos. Apaixonou-se (ainda mais) pela sua avó (abóooo). Pergunta por ela pela manhã, dá-lhe abracinhos imaginários quando lhe perguntamos onde está e em presença não poupa carinhos que elevam ao expoente máximo a já muito elevada autoestima da avó. É certo que ela também não se coibe nos elogios ao neto: «Já canta os versos dos parabéns muito bem...» (?????); «Já identifica os números na colcha da Inês...» (????????). Enfim, não consegue evitar.
Isto para dizer que apesar de doentito, tem estado sempre muito bem disposto.
Um Natal
Uma bronquiolite, uma faringite e uma passagem de ano depois, cá estamos para dar algumas notícias do que passou.
Foi há tanto tempo...
Foi há tanto tempo...
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Sinal dos tempos (stressados)
Parece que afinal nem uma certa menina vai receber o seu carro dos bombeiros nem um certo menino vai ter um carrinho de limpeza (com vassoura, balde e esfregona) - esgotado o maldito. E eu orgulhosa de mães tão amigas e sem preconceitos (de género).
Quem se atrasa no frenesim natalício é assim: tem de repensar tudo a dois ou três dias do evento*.
* A menina tem o seu problema resolvido. Não digo o que é, não porque a menina pudesse ler estas palavras, mas para não ser tão incapaz de fazer surpresas como a minha mãe, que toda a vida revelou o conteúdo dos embrulhos no dia a seguir a tê-los comprado.
Quem se atrasa no frenesim natalício é assim: tem de repensar tudo a dois ou três dias do evento*.
* A menina tem o seu problema resolvido. Não digo o que é, não porque a menina pudesse ler estas palavras, mas para não ser tão incapaz de fazer surpresas como a minha mãe, que toda a vida revelou o conteúdo dos embrulhos no dia a seguir a tê-los comprado.
terça-feira, dezembro 18, 2007
Dizem-me
Daqui que ele pode chegar à fase TT a qualquer momento (terrible twos). Acertam quase sempre nos temas dos e-mails semanais, pelo que recomendo o site e a newsletter. Este assunto é delicado pois, para quem não sabe, TT é sinónimo de multiplicação de birras inoportunas (como são todas as birras, aliás) a par de ginetes e provocações diversas. Fico a pensar nos ensaios que tem feito de se atirar para o chão quando é contrariado e na insistência com que tem manifestado as suas vontades. Ele cresce a cada dia, fala mais, corre e brinca às escondidas, ri-se muito. Uma maravilha. Só espero é quetanta evolução não signifique que passar a enfrentar uma pequena fera também.
domingo, dezembro 16, 2007
Todos
Adoentados (e uma festa de Natal da piscina sem efeito) podia ser o corolário de um fim de semana sem grande graça. No entanto, há um bebé que, domingo à noite, se nomeia pela primeira vez*:
- Quem vai secar o cabelo? A mamã, o papá ou o Lourenço?
- «Uouê»! - responde o bebé espantado e envergonhado com a sua própria resposta.
O orgulho transborda de tal forma que não resisti vir aqui derramá-lo.
* E de todas as vezes que se repetiu a pergunta, mudando a ordem dos nomes e tudo.
- Quem vai secar o cabelo? A mamã, o papá ou o Lourenço?
- «Uouê»! - responde o bebé espantado e envergonhado com a sua própria resposta.
O orgulho transborda de tal forma que não resisti vir aqui derramá-lo.
* E de todas as vezes que se repetiu a pergunta, mudando a ordem dos nomes e tudo.
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Performance
quinta-feira, dezembro 13, 2007
A actuação
Do Lourenço na festa de Natal durou mais do que os três segundos que previa. A multidão era tão grande que não conseguiu entrever os pais. Não fizeram a coreografia prevista, mas bateu palminhas. Muito querido, o meu bebé.
Vi pais a chorar. Um exagero inexplicável. Teria preferido uma coisa mais pequena para os pequenos, mas vá, foi o que lá arranjaram. Registe-se: foi a sua primeira festa de Natal da escola.
Vi pais a chorar. Um exagero inexplicável. Teria preferido uma coisa mais pequena para os pequenos, mas vá, foi o que lá arranjaram. Registe-se: foi a sua primeira festa de Natal da escola.
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Gostava
De perceber que processos cognitivos transformam a palavra vassoura (tao bem amada) e o acto de varrer em «baxi».
Pior quando não pode ver uma migalha no chão e nos obriga a ir buscar a dita vassoura e varrer a porcaria num ápice. Era só o que me faltava, não bastava o chão branco na cozinha, parece que tenho um filho niquento.
Pior quando não pode ver uma migalha no chão e nos obriga a ir buscar a dita vassoura e varrer a porcaria num ápice. Era só o que me faltava, não bastava o chão branco na cozinha, parece que tenho um filho niquento.
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Sei que
É normal bebés desta idade gostarem de imitar. Isso leva a que gostem de nos reproduzir nas tarefas que nos observam mais vezes. Não deixa de me aborrecer que o meu filho só me reproduza nas tarefas domésticas (é assim que ele me vê, se calhar): adora fazer papas com uma mini colher de pau e massinhas; varrer, limpar, pôr e tirar coisas da máquina da roupa; pôr o detergente da louça no lugar.
Não tem mal nenhum apreciar tarefas que são «femininas», vão deixar de ter género um dia, espero eu. Acho graça é que só me veja assim, nesses preparos domésticos. Eu que os detesto profundamente. Oxalá ele lhes ganhe gosto. Para desarrumada lá em casa, basto eu.
Não tem mal nenhum apreciar tarefas que são «femininas», vão deixar de ter género um dia, espero eu. Acho graça é que só me veja assim, nesses preparos domésticos. Eu que os detesto profundamente. Oxalá ele lhes ganhe gosto. Para desarrumada lá em casa, basto eu.
Olha!
Video Update
* Alguns esclarecimentos sobre algumas porcarias aqui expostas, eventualmente chocantes para os mais sensíveis: foi no fim da comesaina de tomate cereja que o video foi filmado. Já estava na fase, voilá, das porcarias. Ainda assim portou-se bem. Acho eu. Comeu o que quis e deixou comer também. Tudo em pouco mais de 25 minutos sem gritarias. Não está nada mal para um toddler.
O meu filho
Parece um francês a tentar falar português... São deliciosas as suas expressões quando diz pô-pô, cô-cô, «limon» (o li um bocado sumido, na verdade). Evolui muito a cada dia. Será redundante dizer que esta fase é maravilhosa (também porque tem dormido bem, thank god).
Um fim de semana agitado e só me lembro dele a comer tomate cereja sentado que nem gente grande na pizzaria do costume. Adora tomate (e azeitonas, também.)
Um fim de semana agitado e só me lembro dele a comer tomate cereja sentado que nem gente grande na pizzaria do costume. Adora tomate (e azeitonas, também.)
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Tão importante
E já me esquecia: já diz que não. (Que eu não posso ir fazer a papa; que não quer bolachas, quer pão; que não tem cocó, que não quer pôr soro no nariz...)
Esperava
Sinceramente que ter um filho me fizesse gostar mais do Natal. Este ano o meu entusiasmo está a atingir mínimos históricos!
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