domingo, junho 17, 2007
Há
Notícias surpreendentes que sugerem ao mesmo tempo: queixos caídos, sorrisos enternecidos, solidariedade imediata e muita vontade de abraçar.
Eu
Também tenho um sling (e um saco a condizer). Ele ampara o peso do rapaz que pede muito colo e assim já consigo ir às compras ou manejar melhor o carrinho só com uma mão.
O talento da Carmo para a costura está mais que comprovado. Aqui ficam o devido e merecido obrigado.
O talento da Carmo para a costura está mais que comprovado. Aqui ficam o devido e merecido obrigado.
quinta-feira, junho 14, 2007
Deste Lado
Ficamos tristes e a ansiar pelo regresso. Se tiver de ser e se tiverem paciência para isso.
terça-feira, junho 12, 2007
Hoje
Ralhei-lhe (faço-o algumas vezes, mas raramente me leva a sério) porque insiste em mexer no lixo. Hoje, para cúmulo, decidiu tirar uma lata do ecoponto e pô-la na boca enquanto preparava a sopa. Chorou tão sentido que passado algum tempo ainda soluçava aninhado ao meu cólo. É assim que eles nos levam, com beiçinhos de meio metro e olhos marejados de lágrimas.
Ainda a propósito
Disto. Não sei que tipo de mãe sou. Mas a ideia de o deixar por uma semana para participar num congresso em Nova Iorque na companhia do pai, atormenta-me bastante.
Ontem
Por graça, dei-lhe um resto de uma cenoura para a mão. Pensei que ia brincar com ela e atira-la para o chão. Mas não, roeu-a até não poder mais com muita satisfacção.
Rimou mas a intenção não era essa. :)
Rimou mas a intenção não era essa. :)
domingo, junho 10, 2007
Sábado
Já não é a primeira vez
Que tem vergonha(s). Enterra a cabeça no meu pescoço perante as pessoas e demora uns bons cinco a dez minutos a ambientar-se. Depois, distribui sorrisos franzidos com facilidade, desde que não queiram pegar-lhe ao colo ou levá-lo pela mão.
sexta-feira, junho 08, 2007
O lourenço
Parece ter desistido de querer dizer novas palavras. Conjugar sílabas diferentes também parece ser aborrecido. Tudo se resume à utilização de baba (substantitvo indefinido que designa todas as coisas), papa (papá, sapato, pápa), mamã, aiaiaia (laranja e árvore) e aia (água). E no entanto comunica tanto.
Preparativos para férias (1)
segunda-feira, junho 04, 2007
Tudo parecia
Há uma semana
Estava sempre demasiado vento (frio) para usufruir do jardim do bairro. Agora está demasiado sol e calor. Cadê a Primavera e os seus dias amenos?
sexta-feira, junho 01, 2007
Mentiria
Se dissesse que por vezes penso na imensidão de fotos que já publiquei aqui. Não resisti a cuscar quantas visitas tenho, e a origem de algumas (países como Colômbia e Malta), faz-me pensar que caminhos (escusos ou não) as trazem aqui. Não consigo decidir se faço bem, publicando fotos para partilhar com os amigos que me visitam, se faço mal, publicando fotos que qualquer um pode usar. Não sou dada a paranoias, nem a histerismos, mas lá que me faz pensar, faz.
Acabei
O que andava a fazer e, apesar do alívio, só me vem à cabeça as gargalhadas e os gritinhos de felicidade dele a correr pela casa a fugir de mim e a (pasme-se!) encontrar-me logo de seguida. É um brincalhão.
quarta-feira, maio 30, 2007
Sessenta e algumas páginas depois
Continuo sem saber o que é que ando realmente a estudar.
Já o meu menino está cada vez mais giro, comunicativo, dorminhoco e bem disposto.
Nesta altura é, perdoem-me a lamechice pirosa, o sol dos meus dias.
Pronto, posto isto, regresso ao meu suplíciozinho que parece não ter fim (mas tem).
Já o meu menino está cada vez mais giro, comunicativo, dorminhoco e bem disposto.
Nesta altura é, perdoem-me a lamechice pirosa, o sol dos meus dias.
Pronto, posto isto, regresso ao meu suplíciozinho que parece não ter fim (mas tem).
domingo, maio 27, 2007
Consegui
Convencer o Lourenço que a calculadora da loja dos trezentos é um telemóvel, com a vantagem de ter mais teclas. Resultou na perfeição. Tivesse eu me lembrado disto mais cedo e não haveria um defunto telmóvel babado guardado algures numa gaveta.
Agora
Há pouco o pai tinha de ir buscar os primos para almoçar. Disse-se: "Lourenço, vamos à rua?". Em dois minutos já estava encostadinho à porta, no hall sombrio, esperando ansiosamente pelo grande momento.
Fala-se em rua, vai directo para lá.
Fala-se em rua, vai directo para lá.
Desta vez
A gripe/constipação não levou o pai ao tapete. Levou-me a mim.
O bebé melhora a olhos vistos, com ranhos e tosses controlados.
O bebé melhora a olhos vistos, com ranhos e tosses controlados.
quarta-feira, maio 23, 2007
Ultimamente
Quando ponho a chave à porta ouço logo o bebé aos gritinhos, a chamar «mamã, mamã!». É uma excitação tal que faz com que corra, ria, brinque, fuja, procure, faça cucu, e tudo o mais que sabe fazer. Como dar beijinhos e xi-corações à mãe culpada por não chegar mais cedo.
A minha cabeça
Anda de tal ordem, que no dia dos meus anos me esqueci de levar o carro para casa. Como o A. e o Lourenço foram ter comigo para apagar a vela do bolo lá no trabalho, regressei com eles, toda contente, deixando o carro a descansar no estacionamento. No dia seguinte, à porta de casa, mochila às costas e nuvens carregadas é que me apercebi do mal feito.
Nem queria acreditar. Em vez de dez minutos, demorei cinquenta de autocarro quase directo, após caminhada de 800 metros.
Tive a nítida sensação de estar a tornear benfica e arredores como um verdadeiro bordado de mau urbanismo. Foi o castigo, pronto.
Nem queria acreditar. Em vez de dez minutos, demorei cinquenta de autocarro quase directo, após caminhada de 800 metros.
Tive a nítida sensação de estar a tornear benfica e arredores como um verdadeiro bordado de mau urbanismo. Foi o castigo, pronto.
terça-feira, maio 22, 2007
segunda-feira, maio 21, 2007
A minha mãe é linda
Quis ligar-me à hora que nasci, mas baralhou-se. Era suposto ser às 14:45, mas acabou de me ligar às 13:15. Resposta dela à exclamação «Ó mãe, mas é só às um quarto para as duas!!!», «Ah, pois é. Enganei-me. Vi mal os ponteiros do relógio (????)».
30
Dizia a alguém, ou a toda a gente, não interessa, que há uma parte de mim que ainda não saiu do liceu. Continuo a mesma em muitos aspectos. Sinto-me a mesma. E fiz tantas coisas desde aí, aconteceram tantas coisas. Amores, desamores, mudanças, casas, trabalhos, afastamentos, reencontros, desaparecimentos. E, o principal, um filho. Alguma coisa terá mudado, mas o essencial permanece.
Não me posso queixar, disso tenho a certeza. Sou feliz.
Ontem, lendo um poema de uma antiga vizinha (Matilde Rosa Araújo) com a Inês, encontrei um verso que me define em parte: "Tenho amigos e saudade, não tenham pena de mim."
Ps. Pronto, vou deixar-me das costumeiras lamechices (nisto não mudei nada) e vou para ali fazer um bolo enquanto o gaiato descansa do frenesim que foi esta manhã.
Não me posso queixar, disso tenho a certeza. Sou feliz.
Ontem, lendo um poema de uma antiga vizinha (Matilde Rosa Araújo) com a Inês, encontrei um verso que me define em parte: "Tenho amigos e saudade, não tenham pena de mim."
Ps. Pronto, vou deixar-me das costumeiras lamechices (nisto não mudei nada) e vou para ali fazer um bolo enquanto o gaiato descansa do frenesim que foi esta manhã.
quinta-feira, maio 17, 2007
terça-feira, maio 15, 2007
Mães com esperança
Pergunta: Quando é que irão finalmente estabilizar as noites?
Resposta: Lá para os 35.
Resposta: Lá para os 35.
Ele sabe
Que não pode fazer certas coisas: abana o dedinho e a cabeça expressivamente, segurando a maçaneta do armário proibido ou apontando para os comandos escondidos, por exemplo. Mas raramente resiste à asneirola: quase sempre abre os armários e quanto aos comandos, enfim, umas vítimas nas suas mãos.
À custa de tanto ensaio
Consegue palmilhar a cozinha para trás e para diante equilibrando numa mão uma vassoura com o dobro do tamanho dele, to say the least. A somar às varridelas, gosta de limpar, esfrega tudo com um papel ou com a fralda de fazer ó-ó e assinala todas as porcarias espalhadas por aí com um ruidoso pfffff.
Como diz a minha mãe, pena é que quando chega à idade própria ignorem olímpicamente os bons hábitos que vinham da primeira infância.
Como diz a minha mãe, pena é que quando chega à idade própria ignorem olímpicamente os bons hábitos que vinham da primeira infância.
domingo, maio 13, 2007
quinta-feira, maio 10, 2007
Fica tão feliz
Quando vê outros meninos que não resiste a tocar-lhes, como que para provar que são reais. Muitos meninos não gostam, e reconheça-se que as suas investidas podem ser tidas como algo agressivas. Isto para dizer que está no ponto para ir para a escola.
Hoje (2)
Percebi claramente que diz mais palavras (muito trapalhonas, no entanto): árvore, parece-se com laranja. Mas ele lá tem uma maneira de dizer as duas. Tão original que não consigo fazer a sua transliteração. E banana parece-se com vóvó (baba qualquer coisa). Pato confunde-se com sapato, mas não com pé, que já diz bem, e pápa que aponta sem hesitar, e sabe pedir quando temos fome e o jantar tarda. Mãmã não se confunde com nada, para minha alegria, claro.
Anda
Tanto, tanto... faz curvas em U e em L, cai redondo no chão de vez em quando, mas não se atrapalha. Atravessa a casa toda sem recorrer a nenhum apoio (basta acenar-lhe com uma visita aos bonsais). Só ainda não percebe como se levantar sózinho, continua a gatinhar até à parede ou perna mais próxima. Mas lá chegaremos.
terça-feira, maio 08, 2007
Género
O tipinho pela-se pela vassoura e pela esfregona, para não falar do fascínio que tem pela máquina de lavar roupa.
segunda-feira, maio 07, 2007
Nunca pensei dizer isto
Mas o facto de o bebé ter de ser acordado quase às onze horas da manhã (depois de um intervalo para comer às sete e meia) desgoverna a vida a uma pessoa. Principalmente porque os paizinhos esperaram que ele fosse o despertador.
Depois de meses de folga quase contínua, o despertador volta hoje ao serviço permanente.
Depois de meses de folga quase contínua, o despertador volta hoje ao serviço permanente.
domingo, maio 06, 2007
Para mim
O dia da mãe é um dia como qualquer outro. Mas é difícil resistir às (por vezes estúpidas) convenções.
quinta-feira, maio 03, 2007
Não estava habituada
A um começar a andar progressivo. Com a Inês foi diferente. Não gatinhava e só andava agarrada. Ensaiou uns passinhos duas ou três vezes e no dia 16 de Setembro de 1998, soltou-se e começou a andar em pleno Aeroporto de Lisboa. Só visto, parecia uma barata tonta a esplorar os espaços imensos... a andar, andar, andar. Nunca mais parou.
O Lourenço ensaia passos há um mês. O episódio da lesão influenciou certamente, mas a verdade é que ele tem tido uma alternativa rápida para se deslocar. Começou por dar passinhos em direcção a mim ou ao pai. Foi ganhando segurança e aumentando as distâncias, mas só andava se estimulado. Passou depois a andar para destinos que não a mãe e o pai: o sofá ou a televisão (desligada).
Hoje, como que por artes mágicas, soltou-se e foram mais as vezes que andou do que gatinhou. Estava delirante com o novo feito! Dava gritinhos e marchava com os pés no lugar antes de se lançar até ao novo destino.
Senti-o crescido, rapazinho, comunicante. E muito feliz.
O Lourenço ensaia passos há um mês. O episódio da lesão influenciou certamente, mas a verdade é que ele tem tido uma alternativa rápida para se deslocar. Começou por dar passinhos em direcção a mim ou ao pai. Foi ganhando segurança e aumentando as distâncias, mas só andava se estimulado. Passou depois a andar para destinos que não a mãe e o pai: o sofá ou a televisão (desligada).
Hoje, como que por artes mágicas, soltou-se e foram mais as vezes que andou do que gatinhou. Estava delirante com o novo feito! Dava gritinhos e marchava com os pés no lugar antes de se lançar até ao novo destino.
Senti-o crescido, rapazinho, comunicante. E muito feliz.
quarta-feira, maio 02, 2007
Há um ano...
O Lourenço ganhava existência para o Estado. Ganhava um património familiar (através dos apelidos que seguem o seu nome) e uma certidão de nascimento.
O nome fica para sempre, a certidão (infelizmente) nem por isso. Está algures em parte incerta.
O nome fica para sempre, a certidão (infelizmente) nem por isso. Está algures em parte incerta.
segunda-feira, abril 30, 2007
Cansados
De tanta chapada, dentada e arranhão decidimos agir. A partir de agora vamos procurar que perceba que quando se diz não, não é para rir, que dizer não várias vezes não é uma nova brincadeira e que quando dói a um dói a todos (experimentar um pouquinho do seu veneno...). A ver se resulta.
Do seu interesse pelos livros
Fica uma cada vez maior atenção às páginas que passam (e às palavras que as acompanham) e uma clara demonstração de preferências. Gosta especialmente de dois ou três livros. O do momento pertenceu à prima, tem fotos de bebés e pretende ensinar as partes do corpo. É vê-lo a pôr a língua de fora apontando para a foto da língua e a estudar todas aquelas fascinantes criaturas que se assemelham estupidamente com a imagem que vê no espelho.
A brincar, a brincar, já sabe onde é o nariz.
A brincar, a brincar, já sabe onde é o nariz.
Irá ter muitos amores
Ao longo da vida. Poderá mais tarde não se lembrar que os teve: este blogue também serve para isso, para que um dia se lembre da felicidade em pequenino. Por enquanto, os seus amores ainda são poucos e simples. Para além das pessoas óbvias, gosta dos livros, um ou outro brinquedo (os cubos, as bolas), os bonsais, uma árvore, a canção do ruca no ecrã do computador (que compra, no máximo 3 minutos de não asneirada).Gosta, de um modo inexplicavelmente fascinado, da prima Inês, que lhe arranca as gargalhadas mais sonoras e os sorrisos mais entusiasmados.
E o que isso me faz feliz.
O apetite
Voltou, tão inesperadamente como tinha ido. Não me estava a conformar com um bebé a torcer-se na cadeira e a dizer que não às minhas investidas culinárias. Pois bem, devia ser (agora sim) o 6º dente. Ou então os restos da gripe que circulou cá em casa. Quanto ao dente já arranha mas ainda não se vê.
Com o apetite de volta regogizamo-nos com um bebé que come com muita satisfacção laranja aos gominhos (em solidariedade com a grávida Sofia, certamente).
Com o apetite de volta regogizamo-nos com um bebé que come com muita satisfacção laranja aos gominhos (em solidariedade com a grávida Sofia, certamente).
sábado, abril 28, 2007
As noites do inferno
Converteram-se, sem qualquer razão que o explique, em noites celestiais. Abençoadas, diria mesmo.
terça-feira, abril 24, 2007
Podemos finalmente
Dar largas à alegria que já nos consumia cá dentro.
Já suspeitávamos há muito (para além de outras pistas menos óbvias, que outra explicação para uma vontade anormal de comer laranjas?) mas ainda assim não há felicidade maior do que saber de uma vida nova que cresce na barriga e no coração de amigos do peito.
Ainda mais quando há tantos amigos cá fora à espera...
Adenda: este post foi editado depois de me terem perguntado se estava grávida. Já disse e repito que o meu próximo filho é um paralelipípedo que se arruma numa estante.
Já suspeitávamos há muito (para além de outras pistas menos óbvias, que outra explicação para uma vontade anormal de comer laranjas?) mas ainda assim não há felicidade maior do que saber de uma vida nova que cresce na barriga e no coração de amigos do peito.
Ainda mais quando há tantos amigos cá fora à espera...
Adenda: este post foi editado depois de me terem perguntado se estava grávida. Já disse e repito que o meu próximo filho é um paralelipípedo que se arruma numa estante.
segunda-feira, abril 23, 2007
Coisas que não têm tanta graça assim
As dentadas, os óculos constantemente arremessados, os cabelos puxados a tentar arrancar os óculos, a baba deixada pelos beijos dados apenas com o objectivo primeiro de chegar perto dos óculos.
E, claro, as noites do inferno.
E, claro, as noites do inferno.
Diz
Mamã
Papá
Pápa
Pé
Água (não tão claramente, é certo)
bába (bola).
O resto percebe quase tudo (por exemplo se perguntamos pela língua ele põe a lingua de fora).
Papá
Pápa
Pé
Água (não tão claramente, é certo)
bába (bola).
O resto percebe quase tudo (por exemplo se perguntamos pela língua ele põe a lingua de fora).
Já gostou muito

De uma argola de pano colorida. Os seus interesses diversificaram-se muito desde então. Mas tenho de registar o seu amor pelas bolas (pequenas, grandes), pelos cubos oferecidos pela tia Ju, pelas garrafas de água, creme, regador, vassoura e esfregona. E, especialmente, uma paixão pelas espécies vegetais (coitadas das poucas plantas que sobrevivem à incúria materna).
Assim, a visita aos bonsais pela manhã tornou-se um ritual e é delicioso observar a sua reacção quando há oportunidade de tocar nas árvores, elas próprias, especialmente se houver vento a fazer ramos e folhas dançarem.
O Lourenço
Esteve adoentado, mas sempre bem disposto. Voltámos ao ponto de partida antes da lesão. Voltou a dar os mesmos passinhos inseguros de braços estendidos. O mês a mais que tem permite-lhe agora outras proezas: pontapés na bola e escolher o dedo a que se quer agarrar para ir mais longe.
O mesmo dedo que segura para apontar os livros e que tem de executar a preceito coreografia do tiroliroló.
O mesmo dedo que segura para apontar os livros e que tem de executar a preceito coreografia do tiroliroló.
segunda-feira, abril 16, 2007
Houve
Quem ficasse chocado depois de ver o Noddy estraçalhado por convidados gulosos. O Noddy é um assunto sensível, principalmente no grupo etário dos menos de três anos. Já o Lourenço queria arrancar-lhe o laço, usando a mesma técnica que ele tem para arrancar teclas do portátil (tão rápido que quando damos por isso já está).

É verdade que um bolo não faz uma festa (esta foi feita de muito mais coisas e boas). Mas ainda assim, não há dúvida que o pasteleiro é um artista.

É verdade que um bolo não faz uma festa (esta foi feita de muito mais coisas e boas). Mas ainda assim, não há dúvida que o pasteleiro é um artista.
Despojos da festa
Um bebé derreado, um pai vencido por uma crise de vesícula (quem manda enfrascar-se em fritos e amendoins?), a cozinha de pantanas. However, todos felizes por termos família e tantos amigos e tão bons.
domingo, abril 15, 2007
Está
Tudo pronto. Salgados arrumados, pão de queijo ainda no forno, bebé a dormir a sesta e o pai a guardar a mesa. E eu não faço barulho algum, para não o acordar e assim garantir umas horas de boa disposição. O tempo decidiu ajudar (teve piedade ao aperceber-se que ia ver a previsão metereológica uma vez em cada duas horas...).
Ainda assim aquele nervoso miudinho... será que as pessoas vão, que a comida vai chegar, que vão gostar, que ele se vai divertir?
Ainda assim aquele nervoso miudinho... será que as pessoas vão, que a comida vai chegar, que vão gostar, que ele se vai divertir?
terça-feira, abril 10, 2007
Coisas de um bebé de 12 meses
As caixas são tão ou mais interessantes do que os brinquedos que trazem lá dentro.
Há clichés com alguma razão de ser
O tempo passa MESMO a correr. Há exactamente um ano um pai extremoso passava a noite a manter uma chucha enorme na boca de um bebé minúsculo, enquanto a mãe descansava de tanta intervenção e emoção. A chucha parece agora pequena e já não precisa de uma mão a segurá-la. O bebé balbucia palavras, dá pequenas ordens por gestos, e obedece a outras tantas. Já andaria não fosse a lesão da semana passada. Apesar de crescido continua a amar a sua chucha como na primeira noite. E com o papá extremoso que a segurou incansavelmente criou um laço maior do que a vida.
Aniversário
Um dia a dois tempos. De manhã sol, à tarde chuva. A primeira parte correu mal, com o bebé rabugento, sonos mal dormidos, birra monumental. Voltámos a casa e dormimos todos uma sesta valente. Depois, correu bem. Parece que fez um restart ao computador. Bebé bem disposto, oceanário, pizza. Agora dorme: ele ainda não sabe o que é fazer anos, mas foi um dia especial.
segunda-feira, abril 09, 2007
Da páscoa
Há um ano
Estava um dia de sol, era domingo e sabíamos que o bebé nasceria no dia seguinte sem falta. Arrumámos tudo, conferimos todas as possíveis e imagináveis listas, demorámos-nos nos gestos e nas tarefas que faríamos a dois pela última vez. Não posso dizer que tenha aproveitado a última noite. Pois já há duas semanas que não dormia bem. O Lourenço também estava ansioso, mexeu-se como nunca. Ainda não sabia como era (lindo), mas agora olhando para trás imagino a sua carinha lá dentro quase pronto para sair. Antes de entrar no hospital uma última pizza, à beira rio. Sem termos ensaiado ou planeado tivemos um (último) dia perfeito.
Magoou-se
Numa das inúmeras piruetas para mudar de posição. Não caiu, desequilibrou-se sentado, com um pé debaixo do rabo. Deve ter torcido qualquer coisa, porque o rx não denunciava qualquer fractura. Passado o primeiro susto e as dores controladas, primeiro teve medo de se sentar, depois já sentado de gatinhar, depois já gatinhando de se por de joelhos e depois já de pé, punha a perna alçada, como um flamingo.
Três dias depois já põe o pé no chão, mas ainda tem medo de andar, se exceptuarmos os passinhos de ontem à tarde. Foi para nos compensar de um dia de birras inexplicáveis (estou com fé que fosse a irritabilidade anunciada na bula do medicamento).
Três dias depois já põe o pé no chão, mas ainda tem medo de andar, se exceptuarmos os passinhos de ontem à tarde. Foi para nos compensar de um dia de birras inexplicáveis (estou com fé que fosse a irritabilidade anunciada na bula do medicamento).
quarta-feira, abril 04, 2007
Das entrevistas
Às vezes nas entrevistas encontro pedaços do meu próprio pensamento:
"Pode parecer banal, mas quando não se tem ninguém em casa não se tem de pensar no que é que se vai fazer de jantar."
Bingo.
"Pode parecer banal, mas quando não se tem ninguém em casa não se tem de pensar no que é que se vai fazer de jantar."
Bingo.
terça-feira, abril 03, 2007
Sapatos
De forma resumida aqui fica registado o que penso sobre o assunto. Se passarão a vida de pés apertados, porquê priva-los dos pés livres e descalços enquanto podem? Em tendo de pôr sapatos porquê espartilhá-los em couraças de couro e madeira que, de tão pesadas, mal permitem que levantem os pés do chão? Reforçar, proteger e formar o pé do bebé, dizem alguns. Uma lógica semelhante é usada em relação às cintas pós-parto: na verdade, não permitem que os músculos façam o seu trabalho. Com os sapatos deve ser a mesma coisa. Dar liberdade ao pé para se estabilizar e equilibrar. Flexibilidade e leveza. Por isso, depois de um primeiro verão passado com o pé ao léu, só quisemos bobux, que o Lourenço adora (pudera...).
Com os primeiros passos, achámos que era altura de ter uns sapatos user friendly. Que não lhe atrasassem o andar como parece ter acontecido com a amiga A. Depois da era da quase exclusividade bobux, desde ontem que também temos uns sapatos chicco daqueles bem molinhos e macios. Calçou-os na loja, arrancou-lhe as etiquetas antes que tivessemos tempo de experimentar outros e chamou-os seus.
Com os primeiros passos, achámos que era altura de ter uns sapatos user friendly. Que não lhe atrasassem o andar como parece ter acontecido com a amiga A. Depois da era da quase exclusividade bobux, desde ontem que também temos uns sapatos chicco daqueles bem molinhos e macios. Calçou-os na loja, arrancou-lhe as etiquetas antes que tivessemos tempo de experimentar outros e chamou-os seus.
Sobre a genética
Já não tenho a certeza de que será canhoto. É pena. Mas, para compensar, já não restam muitas dúvidas de que naquela cabeça crescem caracóis.
Apetece-me
Escrever um post sobre sapatos, sobre o aniversário que se avizinha, sobre as complexas relações familiares, sobre o que nos tira o sono às vezes (que não um bebé madrugador) e sobre a falta de tempo. A falta de tempo aguda e crónica é talvez o maior sintoma da paixão vitalícia que me assolou há quase um ano atrás. Prenderam-me o pé ao acelerador e desde então que sinto o tempo a correr velozmente à minha volta, querendo, ao mesmo tempo, beber todos os momentos de nós e cumprir com eficácia todas as tarefas que me esperam (já alguma vez falei da pilha de livros que tenho de ler? dá-me pesadelos só de pensar).
segunda-feira, abril 02, 2007
Esteve doente
Com não sei o quê, com efeitos gastro-intestinais. Podem ter sido os dentes (li algures que são o equivalente funcional nas doenças infantis, do mordomo nos policiais). Ou alguma virose, explicação sempre à mão também. Não importa. Já está a recuperar (o apetite voraz pelo menos).
Entretanto, cada vez mais atento e comunicativo, utilizando gestos e expressões, vocalizações que devem ser palavras, alegre e sorridente.
Mais, ontem, como que para nos compensar de um domingo passado em limpezas, e na presença de ambos, andou uma distância maior que os nossos braços a procurar os dele, por sua iniciativa.
Entretanto, cada vez mais atento e comunicativo, utilizando gestos e expressões, vocalizações que devem ser palavras, alegre e sorridente.
Mais, ontem, como que para nos compensar de um domingo passado em limpezas, e na presença de ambos, andou uma distância maior que os nossos braços a procurar os dele, por sua iniciativa.
terça-feira, março 27, 2007
Enquanto
O bebé, apesar de murcho devido a um desarranjo inexplicado, passa parte do dia a ensaiar a marcha (hoje deu quatro passinhos sozinho na minha direcção), eu pesquiso as memórias de há (apenas) um ano.

Preparávamos a cama onde ias dormir os teus primeiros quatro meses.
segunda-feira, março 26, 2007
Do fim de semana



Para além da constipação/alergia que fez os olhos chorar e o bebé espirrar muito, registe-se o risotto de alcachofra e a panna cotta, obras primas gastronómicas das amigas, que consolaram os estômagos depois da tarde no parque.
*Gosto das fotos em que, por obra da magia da luz e da sombra, quem tira a foto também está presente.
Gosta
De queijo, de bocadinhos de comida crescida e sem ser também. De bolas que rebolem bem longe, mas que caibam na mão. De óculos poisados na cara das pessoas. Do polvo Ikea que passou a vigiar o sono. Do barco termómetro que venceu o tubo do chuveiro, reduzindo-o à sua insignificância. Dos livros que ao fim de quatro páginas se possam morder. Dos bonsais (grande e pequenino), mais recente paixão e objecto de fixação do dedinho apontador.
terça-feira, março 20, 2007
Coisas que o Lourenço não sabe
Concluo que se um dia o Lourenço ler este blogue não saberá muito senão dele. Quem nós somos, o que pensamos, como nos corre a vida, não passa muito por aqui. Não sei se deveria. Não sei mesmo. Em conversa com amigas mães e bloggers falamos às vezes do que gostaríamos de escrever e não podemos, porque somos lidos. De algumas angústias, alguns desagravos, das relações dos outros com os nossos filhos. Enfim. Nada demais.
No entanto, e acreditando que o Lourenço terá um dia interesse em ler estas linhas, aqui ficam resgistadas algumas notas soltas sobre o nosso quotidiano.
Estra conversa vem a propósito porque me lembrei das séries. Estamos um bocado viciados em séries. Começou com o bebé pequenino (antes também havia, mas não assim) em que a série tinha a duração exacta entre as mamadas do bebé. Continuou e só não é mais porque fizémos downgrade da internet e porque agora trabalhamos à noite para compensar as manhãs sem sossego. Ontem, depois de uma semana de míngua, foram dois episódios de seguida. O terceiro não venceu o sono e o cansaço. Nos entremeios o Lourenço manifesta-se, às vezes no auge da acção. É a sua forma de participar, em mais este domínio da nossa vida.
No entanto, e acreditando que o Lourenço terá um dia interesse em ler estas linhas, aqui ficam resgistadas algumas notas soltas sobre o nosso quotidiano.
Estra conversa vem a propósito porque me lembrei das séries. Estamos um bocado viciados em séries. Começou com o bebé pequenino (antes também havia, mas não assim) em que a série tinha a duração exacta entre as mamadas do bebé. Continuou e só não é mais porque fizémos downgrade da internet e porque agora trabalhamos à noite para compensar as manhãs sem sossego. Ontem, depois de uma semana de míngua, foram dois episódios de seguida. O terceiro não venceu o sono e o cansaço. Nos entremeios o Lourenço manifesta-se, às vezes no auge da acção. É a sua forma de participar, em mais este domínio da nossa vida.
segunda-feira, março 19, 2007
Hoje
Deu dois passinhos (enganados com tanta distracção). Passou a ensaiar os tem-tens voluntariamente: equilibra-se, solta-se, orgulha-se muito de si próprio e sorri satisfeito com a proeza. Diz na-na-na-na a pedido e papa e papá também. Mamã também usa de vez em quando...
Hoje não fui trabalhar ao trabalho (trabalhei um pouco por aqui mesmo...) Estava um dia horrível e optei por ficar em casa com os meus amores. Há coisas que o dinheiro não paga, realmente.
Hoje não fui trabalhar ao trabalho (trabalhei um pouco por aqui mesmo...) Estava um dia horrível e optei por ficar em casa com os meus amores. Há coisas que o dinheiro não paga, realmente.
Dia bom
Passado entre jardins. De manhã em família, tão cedo que o café não tinha aberto sequer. Permitiu-nos gozar o solinho, a relva e o sossego, antes do frenesim dos jornais folheados e das pessoas relaxadas. Andámos contentes pela mão. Será para breve esse primeiro grito de ipiranga rumo à independência?
À tarde, a velha Estrela. Na companhia de amigas, porque o pai ficou a trabalhar, coitado.
Anda feliz, tão feliz que se ri por nada. Brinca e entretêm-se. E faz asneiras, algumas, como não poderia deixar de ser.
Fotos, amanhã, talvez. Tirei umas bem giras, mas hoje estou demasiado cansada (ainda de ressaca da visita relâmpago ao Algarve para falar sobre as minhas coisas).
À tarde, a velha Estrela. Na companhia de amigas, porque o pai ficou a trabalhar, coitado.
Anda feliz, tão feliz que se ri por nada. Brinca e entretêm-se. E faz asneiras, algumas, como não poderia deixar de ser.
Fotos, amanhã, talvez. Tirei umas bem giras, mas hoje estou demasiado cansada (ainda de ressaca da visita relâmpago ao Algarve para falar sobre as minhas coisas).
segunda-feira, março 12, 2007
Embora saiba
Que o aniversário nada lhe diz, apetece-me celebrar a sua existência. O aniversário mais não é que um pretexto. Felizmente são muitos os amigos (nossos e dele) que vão desafiar a logística das festas e o tamanho da casa. Aceitam-se sugestões para o (grande) dia.
Na praia
Primeiro assustou-se com a areia nos pés. Depois, cedeu em tocar-lhe, experimentou-lhe os sabores e percebeu que aquilo é o mundo em brincadeiras.
domingo, março 11, 2007
Onze meses
De Lourenço. No dia dez, sábado passado. Custa tanto a acreditar que quando me perguntaram quantos meses fazia, respondi prontamente dez. Foi numa outra festa, de graúdos, que celebrámos a efeméride.Novidades só me ocorrem estas: come fruta aos bocadinhos, mastigando afanosamente com as gengivas vazias. O quinto dente está de fora, mas os que ainda não estão dão-lhe algum trabalho. Aliás, baba-se tanto que em brincadeira com o telemóvel do pai, o afogou nela. Literalmente. É ver o pobre aparelho meio em curto circuito, com uma nuvem de vapor no visor. Culpa nossa, certamente, que aproveitando os momentos de sossego proporcionados pela máquina o deixámos brincar com aquilo mais do que o devido.
Tirando isto brinca muito, calcorreia tudo e dá muitos mimos. Ah e o dedo apontador tem um novo significado. A avó ensinou e ele pura e simplesmente delirou com o tiro-liro-ló. Em loop, claro.
quinta-feira, março 08, 2007
Também é verdade
Que nunca rejeita o colo que lhe oferecemos. Excepto se estiver no banho. Basta dizer «Vá, já chega, vem à mãe» para imediatamente se pôr de pé para o lado oposto e agarrar em todos os brinquedos que ainda não tiverem sido explorados, ignorando olímpicamente os meus braços estendidos.
Parece
... que percebe tudo, ou pelo menos muitas coisas. Sabe onde estão todos os mobiles, o Sporting (sem comentários), o Noddy, a xuxa, a mãe, o pai, a avó, a cadeirinha (pois claro!), o papá no popó (foto do António quando era pequeno) and so on. Mas ao dizer adeus ria-se apenas. E nós feitos palermas a abanar os braços repetidamente a ver se ele percebia. Pois agora já percebe. Mas não faz quando pedimos, ou fá-lo raramente. Faz quando entende que quer que nos vamos embora, ou quando quer ir-se embora donde está.
Se calhar não devia...
Mas, seja dia ou noite, tenho dificuldade em resistir aos bracinhos estendidos a pedir colo.
segunda-feira, março 05, 2007
Das festas(2)...
A observação das crianças presentes na festa sugere-me os seguintes comentários:
1) Os rapazes são mais brutos. Deve ser da testosterona que lhes circula no sangue. Afinal não são só as miúdas que sofrem com as hormonas.
2) A única razão que me faz ter pena de não ter tido uma rapariga são os vestidos giros, os ganchos, os anéis de madeira colorida e demais acessórios. Razões de miúda, claramente. E das fúteis.
1) Os rapazes são mais brutos. Deve ser da testosterona que lhes circula no sangue. Afinal não são só as miúdas que sofrem com as hormonas.
2) A única razão que me faz ter pena de não ter tido uma rapariga são os vestidos giros, os ganchos, os anéis de madeira colorida e demais acessórios. Razões de miúda, claramente. E das fúteis.
domingo, março 04, 2007
Não contentes...
Entre as festas tivemos direito a jantar fora com os amigos de sempre e do costume. Patrocínio exclusivo da mãe\avó que se presta a fazer horas extraordinárias a vigiar o sono do rebento. A comida estava optima, mas ficou-me mais o sabor de estar ali a ser só eu, sem ser a mãe do bebé, com um olho na comida outro no potencial disparate.
Das festas (1)...
Já na quinta feira tínhamos ido a outra festa de anos. Dessa vez levámo-lo, uma vez que era em casa e não era muita gente. Um pouco a medo, sem saber como seria furar o esquema do toma banho, janta e dorme. Fomos, dormiu no carro. Chegámos lá e estranhou durante dois minutos, depois explorou a casa toda, fez companhia ao jantar. Apaixonou-se pela Vanda, a anfitriã, claramente. Mais tarde manifestou o sono que já trazia de casa e após alguma rabugice levei-o para o quarto, onde se ouviam as gargalhadas bem alto. Apesar disso, o meu querido rapaz, adormeceu, numa casa estranha, numa cama mais estranha ainda. E dormiu até o irmos buscar já passava da uma da manhã. Melhor parece impossível mas, e nisto ele não sai a mim de certeza, ainda acordou todo bem disposto, apesar de o termos arrancado ao sono dos justos. Senão fosse meu, queria ter um assim!
Das festas...
A Alice (re)fez anos e juntou-os ao do pai. A estes juntaram-se alguns dos respectivos amigos. A casa teve o tamanho suficiente, as crianças portaram-se lindamente (pelo menos a minha...). Os bebés colaboraram. A conversa fluiu como de costume. Acredito que a dose de stress dos donos da casa fosse superior à minha, mas não se notou. O Lourenço provou (e gostou) de todos os colos e também do pão de queijo. A amizade profunda que estabeleceu com uma cadeira lá de casa levou-nos de manhã ao IKEA.
Acho que passou das tardes mais felizes da sua vida. Não a largou mais... Roeu, empurrou, roeu e empurrou a bendita cadeirinha para trás e para a frente o resto da tarde. Mais uma vez concluo que não é difícil fazer esta criança feliz.
Acho que passou das tardes mais felizes da sua vida. Não a largou mais... Roeu, empurrou, roeu e empurrou a bendita cadeirinha para trás e para a frente o resto da tarde. Mais uma vez concluo que não é difícil fazer esta criança feliz.
quinta-feira, março 01, 2007
O meu filho
Não dá miminhos. Dá brutinhos*. Muitos, muitos.
*chapadinhas de amor, dentadas de afectos, arranhões de ternura.
*chapadinhas de amor, dentadas de afectos, arranhões de ternura.
O Lourenço
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