domingo, agosto 30, 2009

Muitas vezes sem exemplo

A troco de sopa e resto, comeu sobremesas todos os dias. Estavam à vista e eram absolutamente irresistíveis.
Aquilo não é para dietas.

Não se queria vir embora

1) que ficava lá sozinho com os meninos (havia alguns com os quais ele gostava de brincar) sem os pais por perto. Iam ver os cães, andavam em explorações e correrias.
2) que queria lá ficar todos os dias, para dar mergulhos, brincar com os amigos...
3) chegou a achar que era uma casa nova.

E foi isto...


...basicamente. Puro deleite*.

*Não pus um pé num supermercado. :)

sábado, agosto 22, 2009

O verão é bom

E nós gostamos. Até já.

Vamos

Finalmente de FÉRIAS.

terça-feira, agosto 18, 2009

Hoje

Pela manhã, depois de olhar para o meu pé, diz-me muito impressionado:
-Ó mãe tens ali um (trem)osso!
-O quê?
-Um (trem)osso, mãe, olha!

Era o meu tornozelo. Pelos vistos numa tinha reparado no osso saliente, ou melhor, no (trem)osso, que sempre tem mais piada ;).

quinta-feira, agosto 13, 2009

Ontem

Foi um dia muito bom. Tirando o filho andar nervoso, irritadiço e birrento, entre piscina e praia a diversão foi à grande. Até voltou a dar mergulhos (seis meses sem piscina fizeram com que se esquecesse de tudo).
Estivemos em casa da vizinha na margem sul o dia todo. Engraçado foi de manhã, preparadíssimos para a praia (aparato completo), ele recusar-se a carregar no elevador para baixo. Não mãe, é no seis, dizia.
Falei na casa da vizinha: nem imaginou que pudesse ser outra que não a onde ela mora normalmente...

segunda-feira, agosto 10, 2009

Eu até tenho muito para contar

Como por exemplo que entreguei a tese, sem pompa nem circunstância (devia haver uma cerimónia ou assim, tanto esforço para chegar lá com umas caixas e já está). E outras coisas como ter por cá os primos mais vezes. Ou como já aconteceu várias vezes uma coisa maravilhosa que é o Lourenço acordar e ir brincar com o primo para a sala e não me acordar. Como também dorme pior e acorda de noite e quer festinhas e que fiquemos lá. As graças dele (um three year old a falar é sempre uma graça - tirando quando faz birras e é chato -).

Mas ando sem cabeça. :)

Heje entrou no carro e diz

Está cá uma brasa!

Gangui

Já passou a ser gandi. Podia ser o nobel indiano, uma figura que muito me inspira, mas não: é grande mesmo.

segunda-feira, agosto 03, 2009

No outro dia

Para ver se sossegava pus-me a fazer-lhe festinhas nas costas e na barriga. Ficou viciado.
Agora tenho de negociar festinhas antes de dormir:
-Vá, vinte festinhas...
E ele:
- Não, mãe, muitas festinhas, todas!

Ontem

Fui lá pela enésima vez depois de se deitar (sem chucha agora é isto). Ponho-lhe a mão nas costas e estão encharcadas:
-Coitado, estás cheio de calor!
- Pois é, não sei como foi isto! (sic) Foi o sol(i)!

;)

quinta-feira, julho 30, 2009

O carro está na revisão

E hoje era dia de consulta de otorrino.
Fomos de táxi (palavra que o Lou tem imensa dificuldade em pronunciar) o que já era uma grande novidade. Lá fomos vistos e em todo o processo percebo que o Lourenço já não é tão tímido.Mete-se com as pessoas e pergunta-lhes coisas. Por exemplo: queria por força que o sinhoi do táxi visse a retro-escavadora, mas o dito não lhe ligou nenhuma.
Moral da história: está liberado para os mergulhos, os tubinhos hão-de sair por si.
O melhor de tudo porém foi a viagem de regresso: um autocarro fresquinho. Que grande novidade. Aborrecido por não chegar com os pés ao chão foi atento todo o caminho a fazer perguntas. Vinte minutos para um percurso de cinco, mas não faz mal. Só para o ver feliz assim até repito!

terça-feira, julho 28, 2009

sem chucha

Demora mais a adormecer e tem feito um bocadinho mais de birras.
Nada de mais.
Prova superada.

domingo, julho 26, 2009

Ainda sobre a Expo

O que ele gostou dos vulcões. Já lá estivemos algumas vezes mas nunca calhou passar por ali. À vinda era vê-los aos três aos pulinhos à espera da onda. Felicidades simples que me lembraram da Inês pequenina (menos de um ano) a molhar os pezinhos no mesmo local durante a exposição de 1998. Na altura as árvores mal tinham galhos, quanto mais ramos. Hoje formam uma alameda frondosa cheia de sombras. Também a Inês cresce a olhos vistos e em vez de molhar os pés roliços prefere trocar sms e telemoveis com amigas acabadas de conhecer durante as férias.
É o tempo a passar, sem dúvida.

Lá está

A adormecer. Pediu a chucha duas vezes antes de dormir (compreensível), longe da sofreguidão com que a procurava cada vez que entrava em casa. Pede muitos beijos e chama várias vezes, mas até ver não parece estar a ser tão difícil quanto temia. E temia, não vou mentir. Mas bem a natureza humana é assim mesmo: adaptarmos-nos às situações para sobreviver.

*Valeu o cansaço de um dia com os amigos Alice e Pedro (com um interregno para almoço e sesta) entre Gulbenkian e Expo. Estava(mos) com saudades deles...

Algum dia teria de ser

E ontem pareceu-nos bem. Combinámos que a chucha não voltaria das férias com a tia, doesse o que doesse. Durante um tempo ainda pensei fazer um compromisso com ele, para que deixasse a dita voluntariamente, mas o grau de vício era tal que dificilmente teríamos sucesso.
E assim foi. Ontem foi o day one de uma nova era. A chucha perdeu-se no momento em que a atirou a contragosto para dentro do carro antes de seguir caminho para a praia. Quando voltou já lá não estava.
Chorou por ela, mas acabou por adormecer. Entre as duas e as três berrou como se não houvesse amanhã. Hoje não falou nela (sem ser para dizer à tia ao telefone que tinha dormido sem ela) e depois disso apenas se lembrou à hora da sesta. Sem birras de maior.
Deve ser duro para ele, mas tem mesmo de ser. E, sem surpresa, ele está a ser muito valente e quescido. Muito mais preparado do que alguma vez achei que estivesse.
Um orgulho, é o que é.

quarta-feira, julho 22, 2009

Na sexta feira passada

Além da praia tiveram direito a piquenique na mata dos medos.
Fui espera-lo à camioneta e dela desaguaram um rebanho de meninos neste estado:

E isto, afiançaram-me, foi já depois de uma esfrega de toalhitas. Pareciam que tinham estado numa mina a trabalhar. O melhor é que acho mesmo que a diversão superou o nível de sujidade...

terça-feira, julho 21, 2009

Filho feliz

Diz-me ele

-Hoje, na camioneta, dei festinhas à Mariana (filha da auxiliar com oito ou nove anos) quando ela estava a dormir.

O tipinho é apaixonado por ela, chegando ao ponto de não permitir que mais nenhum miúdo lhe dê a mão.