quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Quando lhe perguntamos pelo pai

Diz que está a trabalhar (à maneira dele, mas percebe-se). Quando lhe perguntamos pelo pé escondido na toalha enrolada responde do mesmo modo.
Na sua cabeça quem se esconde é por que trabalha? Ou esconde-se para trabalhar?

terça-feira, fevereiro 12, 2008

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Enquanto me falta a coragem

Para me lançar ao trabalho, uma nota sobre os saldos. Não lhes resisto quando me acenam com descontos acima dos 50%. Para o Lourenço já cá cantam: 3 pares de calças de ganga, 2 camisolas e 2 sweat shirts com 70% de desconto. (Quase) tudo para o ano que vem.

Vamos à caça do urso

O livro de que já falei é tão bom que não só mantém o filho quieto durante a leitura (no chão, tem de ser no chão) como faz com que peça para repetir (ad nauseum, as crianças são um bocado repetitivas).
Resultado: já sei quase o livro todo de cor.

Hoje

É um dia importante. Fazem anos dois meninos de quem gosto muito. A um entreguei ontem um livro recomendado pela mãe da menina a quem estou em pulgas para entregar mais logo uma toilette em tons de laranja e amarelo. A mesma mãe que, por sua vez, enfrenta esta semana um novo desafio que lhe roubará tempo para as conversas virtuais depois do almoço, mas que será, seguramente, muito feliz.
Parabéns!

Li

Que a R. consegue deitar as filhas às oito da noite. Fiquei fascinada.

Ontem

Fez 22 meses e cada vez mais a contagem mensal se torna difícil. Tenho de pensar e fazer contas. Parecem muitos e poucos meses com ele. Sem dúvida meses bons (apesar do cansaço, da velocidade do quotidiano, das dificuldades e algumas preocupações). Como todos os filhos de todas as mães, enche-me as medidas de giro e querido que é. Faz muitas coisas e ainda não faz outras (como saltar a pé juntos, por exemplo). Não faz mal. Terá tempo. Os dois anos de vida aproximam-se a passos largos.

domingo, fevereiro 10, 2008

(Re)descobertas

O escorrega no parque (e já não precisa de ajuda para subir nem para descer).

Como eles nos apanham nos vícios (2)

De mão em riste diz muito sério: «Cáma, cáma*!»

*calma.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Ele come bem de tudo um pouco

A menos que esteja doente. Ultimamente, no entanto, prefere a sopa sem ser passada (adora procurar os feijões e comê-los, por exemplo) e revelou-se um devorador de fruta. «Maice, Maice!», exclama vigorosamente e lá temos de ir buscar mais uma peçita de fruta, um pote ou dar-lhe da nossa. No outro dia tive de lhe dizer basta ao ananás (desconfio que se deixasse o comia inteiro), ontem comeu uma banana, um pote e um kiwi e ainda pediu mais.

Enquanto se despedia de mim à porta

«Té manhã!»

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Como nos apanham nos vícios

Ontem a chamar pela casa fora: «Cacá (o peluche)? Uuuu-uuuu!»

O Lourenço já sabe contar

Até um. E muito bem por sinal.

Hoje

E todos os dias ultimamente, só me ocorre dizer: está tão querido o meu bebé. É das palavras e (muito) pequenas frases que diz e dos mimos que dá e do que gosta de nós e de como é feliz.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Do Carnaval

Gostámos da Byblos e do seu espaço infantil. Trouxemos de lá um livro igual ao que foi desviado na viagem entre uma livraria e a nossa casa. Ficou na posse de dois irmãos que, gostando tanto dele, não o quiseram dar ao Lourenço pelo Natal. Ontem, depois de o lermos no chão da sala (não pode ser no sofá, tem de ser no chão), percebemos facilmente porquê.

Pega-me na mão

E encaminha-a para a cabeça (quando está deitado na cama dele ou na nossa). Gosta de festinhas no cabelo para adormecer.

domingo, fevereiro 03, 2008

Por maior que seja

O frenesim de bebés, toddlers e afins, a Inês de dez anos é sempre, mas sempre, a primeira a adormecer (na cama, no sofá, onde for).

Junto da pequena bebé

Deu-lhe festas (em vez dos abraços para que se preparava), quis pegar-lhe ao colo e ainda quis emprestar-lhe a (preciosa) chucha. Pareceu-me generoso da parte dele. Assim continue.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Problemas de identidade




Por mais que lhe dissessemos que ia (obviamente) mascarado de árvore, respondia invariavelmente à pergunta «estás vestido de quê?»: «páia!».

* Materiais: os disponíveis no aki e no office center na antevéspera da confecção. Execução: pai e mãe (esta última dorida nas mãos porque não tem uma tesoura para canhotos). Modelo: muito desconfiado no início, ainda arrancou uma ou duas folhas que tão afanosamente estiveram os pais a coser até tarde na noite.